AIO NO IX CONGRESSO MUNDIAL DE PSICOMOTRICIDADE


No dia 8 de maio a Associação Internacional de Ontopsicologia – AIO participou do IX Congresso Mundial de Psicomotricidade,
realizado em Verona (Itália). O evento, que este ano abordou o tema “As
inteligências do corpo: a psicomotricidade para o bem-estar psíquico da
pessoa”, e que ocorreu de 6 a 9 de maio de 2010, no Palazzo della Gran
Guardia, registrou cerca de 400 participantes, 90 relações organizadas
em 20 sessões em 5 línguas oficiais (italiano, inglês, francês,
espanhol, português) e 20 laboratórios práticos.

A
apresentação da delegação da Associação Internacional de Ontopsicologia, intitulada “Da percepção visceral à sanidade
psicocorporal” foi exposta pela Dra. Marina Capasso, médica cirurgiã,
que descreveu a avançada contribuição científica da Ontopsicologia
em matéria de prioridade do cérebro visceral sobre aquele craniano,
conceito já exposto há 30 anos e que hoje começa a ser aceito pela
pesquisa neurogastroenterológica. Na sequência, a Dra. Maria Rita
Scattone, logopedista, descreveu a Melolística
como técnica psicocorpórea e instrumento de intervenção voltada à
recuperação do contato com a própria inteligência visceral, com
particular atenção ao papel da figura do melolista.

Informações sobre as atividades do congresso podem ser encontradas nos sites do Centro Italiano de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Motricidade e da Organização Internacional de Psicomotricidade e Relaxamento.

Informações extraídas do Site da Associação Brasileira de Ontopsicologia.

Publicado em Psicossomtica segundo a tica ontopsicolgica | Deixe um comentário

 

O salto psicossomático sempre foi um problema perene. Todos tinham
claro e distinto o problema, mas ninguém havia dado uma demonstração
técnico-racional. Hoje é possível resolver este problema graças a
algumas descobertas feitas pela Ontopsicologia.
Com elas, pode-se acessar a compreensão do salto psicossomático.
Definitivamente, o salto não existe, existe uma continuação muito
precisa.

Fazer a investigação exclusivamente no plano farmacêutico, químico,
molecular, neurológico ou psiquiátrico é como trabalhar e compreender
um edifício sem o arquiteto. A metodologia ontopsicológica,
ao encontrar a razão específica da psicossomática, não pretende lançar
uma alternativa à avançada inteligência em âmbito médico, mas fornecer
a esta a idéia portadora, a possibilidade de compreender que a doença é
sempre uma linguagem do homem total e que dentro da doença existe um
projeto. Quando temos a possibilidade de intervir na cura, com a
permissão e a colaboração consciente do paciente, ou individuamos o
projeto, ou então estamos na inútil pesquisa sem fim.

A teoria ontopsicológica nasceu integralmente da prática clínica, o
único estimulador da sua investigação foi o sintoma e a sua
demonstração é o desaparecimento do sintoma. Para compreender o
desaparecimento do sintoma não se podem usar os critérios do passado. A
Escola Ontopsicológica abre
um universo novo à pesquisa racional do homem, introduzindo a
investigação científica para a compreensão do ser humano como energia,
como estrutura e como imagem
.

Apresentação da obra “A psicossomática na ótica ontopsicológica”, de Antonio Meneghetti, publicada no Brasil pela Ontopsicologica Edtrice.

Publicado em Psicossomtica segundo a tica ontopsicolgica | Deixe um comentário

“A ação psíquica pode mudar as coordenadas biológicas e alterá-las
molecularmente. Existem genes arquitetos em condições de materializar o
impulso e estalizá-lo na estrutura do DNA”. A visão ontopsicológica da
psicossomática representa um contributo fundamental à pesquisa
científica sobre a relação da atividade psíquica e a estrutura somática.

O trabalho da escola ontopsicológica em relação à psicossomática é
apresentado há mais de 35 anos em eventos internacionais realizados em
diversos países do mundo, com destaque para as conferências realizadas
no Brasil, entre os anos de 1995 e 1997; na Capital University of
Medical Sciences, em Pequim (China), em 1996; na Universidade de
Pequim, em 1997; para observadores da Organização Mundial da Saúde
(OMS) em Trevi (Itália), em 1997; na sede da ONU, em Genebra (Suíça),
em 1997; no XV Internacional e 1º Congresso Mundial de Ontopsicologia
em Moscou (Rússia), em 1997.

Um passo adiante nesta trajetória científica foi a conferência “Psicossomática do Câncer”, proferida pelo
Acad. Prof. Antonio Meneghetti no dia 14 de novembro de 2009, no
Recanto Maestro. Prestigiaram o evento cerca de 300 participantes,
entre médicos, profissionais das variadas área da saúde, psicólogos,
empresários e estudantes de todo o Brasil.

O evento foi
organizado pela Associação Brasileira de Ontopsicologia, FOIL,
Faculdade Antonio Meneghetti e Recanto Maestro, e contou com o apoio da
Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio Grande do Sul, da
Prefeitura do Município de São João do Polêsine, da Prefeitura do
Município de Restinga Seca, da Associação Catarinense de
Psicossomática, do Hospital Universitário da Universidade Federal de
Santa Maria e do Hospital de Caridade São Roque, de Faxinal do Soturno.

Dentre as autoridades presentes no evento, participaram o
Secretário de Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Sr. Artur
Lorentz; o Diretor Geral do Hospital Universitário da Universidade
Federal de Santa Maria, Dr. Jorge Palma Freire; Diretor Administrativo
do Hopital Universitário da UFSM, Sr. Carlos do Amaral; o Diretor de
Enfermagem do Hopital Universitário da UFSM, Dr. Edemilson Jorge
Xavier; o Presidente da Associação Catarinense de Medicina
Psicossomática, Dr. Horacio Chikota; o Diretor da Clinica de Oncologia
de Santa Maria, Dr. Carlos Felin e o Presidente do Hospital de Caridade
São Roque, Sr. Roberto Cervo. Também estiveram a Profa. Dra. Edina
Bertini, representando a Faculdade de Psicologia da PUCSP; o
representante da Sociedade Catarinense de Cardiologia, Dr. Luis Cláudio
Fronza; a membro Sociedade Brasileira de Patologia e do Oncocentro de
Santa Maria, Dra. Izabella Paz Danezi Felin; a Diretora da Clínica
Ikiru e Docente da Associação Médica Brasileira de Acupuntura, Dra.
Lilian Fumie Takeda; a Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em
Medicina e Ciências da Saúde, Profª Drª Magda Lahorgue Nunes, entre
outros.

Informações acima extraídas do site da Associação Brasileira de Ontopsicologia.

Abaixo, clipe com um breve histórico sobre congressos, seminários
e artigos científicos sobre a psicossomática segundo a ótica ontopsicológica realizados nos últimos 30 anos no Brasil e no mundo.

 

Publicado em Psicossomtica segundo a tica ontopsicolgica | Deixe um comentário

Florença hospedou o 15º Congresso da Associação Européia de Psicoterapia (EAP) junto com o 3º Congresso da Federação Italiana de Associações de Psicoterapia (FIAP), ocorrido no Palácio dos Congressos de 14 a 17 de junho de 2007, com
o subtítulo ‘Humorismo e outras Estratégias para sobreviver às crises emocionais‘. Participaram do evento mais 1300 pessoas provenientes dos 5
continentes.

A Associação Européia de Ontopsicologia levou a sua
contribuição com a apresentação do trabalho Schizofrenia by Ontopsychology. Patological
or existential problem? An integral approach to overcome emotional crisis
. A
apresentação do trabalho, além de representar uma oportunidade de confronto
para os mais notáveis especialistas nacionais e internacionais, foi também um
importante momento de atualização profissional para todos os especialistas
envolvidos no setor (psicoterapeutas, psicólogos, psiquiatras, médicos,
educadores, estudantes).

“Ao contrário de quanto se poderia considerar
superficialmente, a esquizofrenia é uma dimensão que merece ser compreendida
por qualquer um que queira ir além dos limites, porque é um erro que invalida a
possibilidade ao fruto do que é o potencial da inteligência humana. Quem
realiza a solução da esquizofrenia resolve todo o homem”. A esquizofrenia,
portanto, para o Prof. Antonio Meneghetti, depois de ter sido um motivo de
atração de inteligência e um desafio, hoje é um problema do qual mostra
tranquilamente solução.

O presidente do World Council of Psychoterapy (WCP) e
Secretário Geral da Associação Europeia de Psicoterapia (EAP), Prof. Alfred
Pritz saudou com estima a AEO, congratulando-se de poder, em breve, encontrar o
Prof. Meneghetti.

Adaptado da reportagem A contribuição da Ontopsicologia na
Europa, publicada na revista Nova Ontopsicologia. Recanto Maestro: Ontopsicologica
Ed., ano XXV, n.1, março 2008. p.122.

Para maiores informações sobre este argumento, indica-se o
livro de Meneghetti
A esquizofrenia na ótica ontopsicológica. Recanto Maestro:
Ontopsicologica Ed., 2005.

Publicado em Psicossomtica segundo a tica ontopsicolgica | Deixe um comentário

É inútil a tentativa de estudar a doença se não entendermos
o homem que adoece. A doença está sempre no doente. Para a Ontopsicologia o mal
de per si não existe; existe o homem doente. Portanto, para compreender o
processo de adoecer é necessário partir do homem como uma unidade hilemórfica,
ou seja, uma unidade de matéria e forma.

Tanto a matéria, quanto a forma tem a sua realidade, tem a
sua lógica, mas não podemos pensar em matéria sem forma ou em forma sem
matéria. São conceitos já discutidos por Aristóteles: a matéria é; a forma dá a
especificidade à matéria. A matéria é como a forma a define: é redonda, é
quadrada; é animal, é vegetal; é ordenada, é desordenada… é saudável, é
doente!

O corpo é matéria; a mente é forma. Partindo desse
princípio, o corpo é fenomenologia da mente, e a doença é efeito, é resultado,
é consequência dos modos de agir da mente. É desse princípio que se entende
como a mente pode influenciar o corpo. É sempre o ser humano que alimenta a
doença.

Segundo a psicossomática na ótica da escola ontopsicológica,
a lei primária é que o homem não pode contradizer o que já é. Cada espécie que
existe é um projeto: tem um modo de vida, um modo de evolução, um modo de
comunicação; tudo aprioricamente definido pela própria natureza. A epiderme
humana suporta uma certa temperatura, enquanto aquela dos répteis tem outra
resistência. É o projeto natural que define quais espécies andam e quais voam;
quais são carnívoros e quais são herbívoros.

Para a conservação do projeto orgânico, as suas regras de
tolerância físico-químicas devem ser respeitadas; do contrário tem-se o colapso
do organismo. Do momento em que existimos somos necessitados pelo tipo de
individuação vital que somos, e a liberdade está no âmbito dessa tipologia de
individuação.

O mesmo princípio existe para os aspectos subjetivos da
existência: o comportamento, os modos emocionais, sexuais, a proximidade entre
as pessoas, qual tipo de amigo, de partner etc. Por exemplo, para uma pessoa
permanecer por uma inteira jornada com os amigos pode ser agradável, para outra
pode ser indiferente e para uma terceira ainda pode ser nocivo.

O nosso corpo, através dos diversos males, doenças
cardíacas, pulmonares e até o dramático problema da neoplasia, assinala os
erros da nossa mente. Toda a forma de psicossomática é sempre a manifestação de
um erro psicológico, ou seja, um erro de comportamento, de afeto, de erotismo,
um erro nos modos intrapsíquicos do sujeito.

Para eliminar uma doença psicossomática, deve-se reencontrar
a causa pulsional, o erro psicológico. Para isso deve intervir a psicoterapia,
que percorre a estrada em sentido inverso: retorna ao passado e reencontra o
fato, o motivo psíquico. Quando o problema é elucidado ao Eu, começa a
responsabilização do sujeito: sabedor de como se motiva o seu mal somático, o
paciente pode escolher e mudar. Se escolher mudar (e de fato mudar), o problema
é resolvido pois a doença não tem mais o erro que a sustenta.

 

Publicado em Psicossomtica segundo a tica ontopsicolgica | Deixe um comentário

Em maio de 1995 Antonio Meneghetti foi pela primeira vez à
China como fundador de uma nova escola científica. De 12 a 17 de maio, realizou
junto à Universidade de Pequim um seminário introdutório sobre a ciência ontopsicológica. Entre as inteligências chinesas presentes estavam o Decano da Faculdade de Psicologia da Universidade de Pequim, o Presidente da Associação de
Psicólogos da China, Yuan Fang (Diretor da Faculdade de Sociologia e presidente
da Associação de Sociólogos da China), Zhu Jing-Jing (Professora do Philosophy
Research Institute Academy of Social Sciences of Hebei Province) e Li Xiao Jong
(Diretor do Beijing Social Life Psychological Consultation Centre).

Em abril do ano seguinte, o Prof. Meneghetti
retornou à China e realizou, no maior hospital de Pequim, o Capital Institute of Medicine – Beijing
Tangren Hospital
, a conferência “A psicossomática na ótica
ontopsicológica”, na qual expôs que “o sintoma é um sinal que a vida usa para
identificar um erro de comportamento, um erro não em sentido moralista, mas
simplesmente funcional”. Entre os presentes estavam Liu Fu Yuan (Diretor do
Hospital, Diretor da Associação dos Médicos Chineses, Vice-presidente da Beijing Psychology Health Association) e
Deng Yifeng (responsável pelo Instituto de Psicoterapia).

Alguns dias depois, de 22 a 27 de abril de 1996, promoveu o seminário
“Medicina e Ontopsicologia”, promovido pela Capital University of Medical Sciences. “Na China estavam interessados pelo aspecto clínico da ciência
ontopsicológica” explica hoje Antonio Meneghetti. “Mesmo porque era mais
coerente com o materialismo marxista. Com a Capital University o grande desafio
era este. Diziam-me: o senhor é notável, mas não conhece o inconsciente chinês.
Fiz a demonstração mediante três provas. A primeira sobre uma cinelogia que os
tocou muito. Possuem um romance do qual haviam extraído uma minissérie de doze
capítulos que estava tendo muito sucesso. Sabiam que nem eu, nem meus
colaboradores podíamos conhecê-lo, e eu lhes disse ‘me mostrem somente os
primeiros cinco minutos e direi como terminará’. E eu disse o final. Os
chineses, quando são tocados dentro, tornam-se hiperemotivos. Ficam estupefatos”.

“A segunda demonstração”, continua o Prof. Meneghetti,
“fiz ao diretor do hospital, que sustentava que eu, não conhecendo o
inconsciente dos chineses, não poderia ler os seus sonhos. Pedi que contasse um
sonho próprio e o pontualizei do modo mais nu do que se poderia imaginar.
Conscientizaram-se que para mim era indiferente de que raça ou cultura fosse
uma pessoa. Ao final, fiz entrevistas abertas, com as quais curei doentes do
hospital.”

Em maio de 1997, Antonio Meneghetti visitou
novamente a China e realizou um seminário-residence sobre a psicossomática para
médicos e psicólogos clínicos intitulado “Os correlatos neurofisiológicos da
atividade psíquica”, com a realização in vivo de casuística clínica.


Para maiores informações sobre a psicossomática na ótica
ontopsicológica, indica-se o texto de Antonio Meneghetti
A psicopatologia e a
psicossomática, publicado em Manual de Ontopsicologia. 3.ed. Recanto Maestro:
Ontopsicologica Ed., 2004.pp.419-440.

Publicado em Psicossomtica segundo a tica ontopsicolgica | Deixe um comentário

“A teoria
ontopsicológica
nasceu integralmente da prática clínica.
Nenhuma das posições ontopsicológicas
nasce das intuições, deduções, aproximações,
elaborações intelectuais
de um homem
de vasta cultura,
ou então,
de suas experiências
com outros
grandes. Na minha
época havia Rogers, Frankl, Musatti, Laing, Lacan. A
Ontopsicologia não nasce nem mesmo
desses encontros ou
da observação de como
eles tratavam o sintoma.
Toda a teoria
ontopsicológica nasce do vivo êxito da experiência
clínica, portanto,
por meio
de fatos realizados, e não de sugestões,
livros lidos ou
convicções de setores:
foi o vivo de um
excursus clínico.

Por cinco anos, primeiramente operei, sucessivamente
comecei a teorizar o que
fazia no interior da prática
clínica nas diversas aplicações. As centenas
de pessoas que
via eram de vastos
extratos sociais:
o esquizofrênico, o delinquente, o empreendedor,
o político, o operário,
o juiz, o escritor,
o genial, o artista,
o grande diretor.
A minha experiência
clínica era
sobre o vivo
desta sociedade: o mundo
do cinema, do teatro,
da jurisprudência, do cárcere, do dinheiro, da magia, dos cientistas
que trabalhavam para
preparar uma outra
civilização etc.

Creio ser fundamental
que um
homem de ciência
deva ter
tido uma experiência viva com essas pessoas. Não um encontro de entrevista, mas uma vida vivida no interior de suas
experiências. O homem
que formalizou a teoria
ontopsicológica tinha uma experiência diurna
e noturna do pequeno
doente, do pequeno
operário, mas
também do grande
homem que
assinalava a cultura e a imagem daqueles tempos.

Com muita simplicidade,
devo dizer que
não encontro
dificuldade científica
para intervir na sintomatologia de muitos
aspectos de patologia
consciente. A partir
do momento em que cada
um faz projeção
das próprias opiniões ou da própria experiência, eu
deduzo a minha segurança
pelos resultados:
enquanto o sintoma
persiste, significa que errei. A única voz que dá crédito
à minha experiência
é o desaparecimento do sintoma quando
aplico a minha intervenção
metodológica.

Fazer a pesquisa
exclusivamente no plano
farmacêutico, químico,
molecular, neurológico, psiquiátrico, é como trabalhar e compreender um edifício sem o arquiteto. A metodologia
ontopsicológica não pretende substituir a avançada
inteligência no âmbito
médico, mas,
pelo contrário,
fornece a esta a idéia portadora, a
possibilidade de compreender que
atrás da doença
existe um projeto,
o qual pode ser
continuamente mudado. (…) Quando temos
a possibilidade de intervir na cura,
com a permissão
e a colaboração consciente
do paciente, ou
individuamos o projeto ou então
estamos na inútil pesquisa
sem fim.
(…)

Hoje é possível resolver este problema graças
a algumas descobertas feitas pela
Ontopsicologia. Com isto
pode-se acessar à compreensão
do salto psicossomático.
Definitivamente o salto
não existe, há uma continuação
muito precisa.”

Trechos da premissa de Antonio Meneghetti à sua obra A
psicossomática segundo a ótica ontopsicológica
. Recanto Maestro:
Ontopsicologica Ed., 2005. pp.13-18.

Publicado em Psicossomtica segundo a tica ontopsicolgica | Deixe um comentário